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Marcha lenta de camiões contra o preço dos combustíveis
Miguel Machado Mendes, advogado representante dos promotores da iniciativa, afiançava, na véspera que estavam confirmados mais de 100 empresas e de 400 carros pesados.
Segundo explicou, a marcha lenta “resulta de um movimento espontâneo de uma série de empresas do ramo das terraplanagens, movimentação de terras, extração de inertes e transportes“, um subsetor da construção civil “muito exposto e vulnerável ao aumento do custo das energias”, nomeadamente do gasóleo.
Salientando que “o gasóleo é um custo de produção que significa quase 70% do preço final” que estas empresas apresentam aos clientes, Miguel Machado Mendes afirmou que “a subida histórica do preço dos combustíveis está a colocá-las diante de um cenário insustentável”.
