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Lei laboral. André Ventura fala em "má escolha" e "ataque a direitos de quem trabalha"
“Esta reforma laboral começou mal. E começou mal porque o Governo decidiu não perceber a circunstância em que estava parlamentarmente. Decidiu com arrogância fazer um caminho que sabia que era um caminho difícil do ponto de vista do ataque a direitos de quem trabalha”, acusou o líder do Chega.
“Era um caminho sinuoso que, ainda por cima, foi muito mal comunicado. Foi comunicado como uma grande transformação para prejudicar as pessoas que trabalham, foi comunicado como um ataque às mães e a quem queria ter direitos de parentalidade”, afirmou.
Em declarações aos jornalistas, André Ventura disse ainda ter transmitido ao longo dos meses, no Parlamento e fora dele, “o erro que esta proposta significava”.
“Acabou percecionada pela maioria da população como uma espécie de convite a uma nova escravatura num país onde há muitos escravos e onde as pessoas já ganham mal na sua essência”, vincou.
O Governo aprovou na quinta-feira as alterações à lei laboral em sede de Conselho de Ministros. A proposta será agora submetida ao Parlamento.
