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A pedido de Trump. Rússia não atacará Ucrânia na próxima semana devido ao frio
“Pedi pessoalmente ao presidente Putin que não atacasse Kiev e outras cidades por uma semana. E ele concordou, e devo dizer que isso foi muito gentil”, disse o líder norte-americano, esta quinta-feira.
Da parte da Rússia não há, para já confirmação desta combinação e de um curto cessar-fogo. E Trump também não detalhou quando começava ou acabava a suspensão dos ataques, mas garantiu ter informado a Kiev.
“A Ucrânia quase não acreditou, mas ficou muito feliz por saber”, acrescentou o presidente norte-americano.
Volodymyr Zelensky aproveitou a mensagem diária, divulgada nas redes sociais, para agradecer a Trump.
“Agradecemos aos Estados Unidos pelos esforços para interromper os ataques ao setor energético neste momento e esperamos que consigam”, comentou o presidente ucraniano.
Numa outra publicação na rede social X, Zelensky voltou a referir-se à “importante declaração” de Trump sobre a “possibilidade de garantir a segurança de Kiev e de outras cidades ucranianas durante este período de inverno rigoroso”.
“O fornecimento de energia é fundamental. Valorizamos os esforços dos nossos parceiros para nos ajudar a proteger vidas. Obrigado, presidente Trump”, acrescentou.
As previsões meteorológicas preveem que as temperaturas na Ucrânia desçam até aos -30ºC nos próximos dias. E devido aos ataques russos, o país tem tido cortes de energia e de aquecimento em várias regiões.
A Rússia intensificou os ataques à infraestrutura energética da Ucrânia desde que começou o inverno, como tem feito sempre nos períodos de mais frio desde o início da invasão em 2022.
