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Educação. Mais dinheiro para o básico e secundário, mas propinas no superior ficam mais caras
A maior parcela da despesa vai para os recursos humanos, atais como a valorização de carreiras, recuperação do tempo de serviço dos professores e reforço do número de professores nas escolas.
Mas quando se chega ao ensino superior, o cenário é outro, o orçamento para a área de Ciências e Inovação caiem cerca de 7,6 por cento, relacionadas com a falta dos investimentos no Plano de Recuperação e Resiliência.
Outra questão, ainda no ensino superior, que está a gerar alguma controvérsia é o aumento do valor das propinas, que ao fim de sete anos congeladas, nos 697 euros, estão previstas aumentar de acordo com os valores da inflação.
Uma actualização que não agradou as organizações de estudantes.
Diana Almeida – RTP Antena 1
As federações das associações de estudantes reclamam que a medida agrava os custos do ensino superior e defendem que o acesso à universidade tem que ser reforçado através de mais apoio público e não de mais encargos para as famílias.
